12.21.2005

FELIZ NATAL!!!!!

I'm like a bird

I'm Like A Bird
(Nelly Furtado)
Composição: Nelly Furtado


You're beautiful, that's for sure
You'll never ever fade
You're lovely but it's not for sure
That I won't ever change
And though my love is rare
Though my love is true
I'm like a bird,
I'll only fly awayI don't know where my soul is,
I don't know where my home is (and baby all I need for you to know is)
I'm like a bird,
I'll only fly awayI don't know where my soul is,
I don't know where my home is
All I need for you to know is
Your faith in me brings me to tears
Even after all these years
And it pains me so much to tell
That you don't know me that well
And though my love is rare
And though my love is true
It's not that I wanna say goodbye
It's just that every time you try to tell me, me that you loveme
Each and every single day
I know I'm going to have to eventually give you away
And though my love is rare
And though my love is true
Hey I'm just scared
That we may fall through

12.18.2005

Vc é linda..

Sempre gostei muito desta música.. desde a época da novela "Fera Ferida" onde a música era tema da personagem Linda Inês (Interpretada pela atriz Giulia Gam)

Você É Linda
Composição: Caetano Veloso

Fonte de mel
Nuns olhos de gueixa
Kabuki, máscara
Choque entre o azul
E o cacho de acácias
Luz das acácias
Você é mãe do sol
A sua coisa é toda tão certa
Beleza esperta
Você me deixa a rua deserta
Quando atravessa
E não olha pra trás
LindaE sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
Você é linda
Mais que demais
Vocé é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Você é forte
Dentes e músculos
Peitos e lábios
Você é forte
Letras e músicas
Todas as músicas
Que ainda hei de ouvir
No Abaeté
Areias e estrelas
Não são mais belas
Do que você
Mulher das estrelas
Mina de estrelas
Diga o que você quer
Você é linda
E sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
Você é linda
Mais que demais
Vocé é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Gosto de ver
Você no seu ritmo
Dona do carnaval
Gosto de ter
Sentir seu estilo
Ir no seu íntimo
Nunca me faça mal
Linda
Mais que demais
Você é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Você é linda

12.17.2005

Texto sobre felicidade

BOÉCIO E A FELICIDADE
(Publicado na Folha de S.Paulo, terça-feira, 28 de fevereiro de 1978)

Todos os homens do mundo, fatigados e mergulhados em muitas ocupações, sempre tentaram chegar, embora por caminhos diversos, àquele que é o fim comum de todos -a felicidade. Este é um bem tão perfeito, que quando alguém o possui, não precisa desejar mais nada, porque é o maior dos bens, contendo em si todos os outros. Pois, se algum lhe faltasse, já não seria o maior, uma vez que se poderia sentir falta exatamente de algum dos bens desejados. Deste modo, parece que a felicidade é um estado perfeito em que se encerra todo bem. Desta ou daquela maneira, todos os homens a desejam e buscam alcançá-la, pois o desejo natural do verdadeiro bem está inserido na vontade de todas as pessoas. E certo que, muitas vezes, o homem se equivoca sobre o que seja o bem verdadeiro e se deixa iludir pelos bens mentirosos. Alguns, supondo que o maior bem dos homens é não haver nada que lhes falte, tratam de se tornar muito ricos. Outros acham que o sumo bem é gozar de um conceito honroso, e então trabalham para arranjar titulos e dignidades que lhes conquistem o respeito de todo mundo. Outros, imaginando que o supremo bem é o poder, procuram alcançar o governo ou conviver com os que o exercem. Há os que acham que a maior felicidade é ser famoso, e não fazem outra coisa senão buscar o caminho da glória, na paz ou na guerra. Muitos outros, por se comprazerem no gozo e na alegria, pensam que a grande felicidade é viver entre deleites. E há também certas pessoas que procuram possuir um desses bens, para utilizá-lo como um meio para a obtenção de outros, como, por exemplo, os que desejam ser ricos para se tornar poderosos ou para levar uma vida de prazeres, ou ainda os que querem ser poderosos para conquistar a fama e o dinheiro. Os cuidados dos homens geralmente estão postos nestas coisas e outras semelhantes e nelas se reduz sua ocupação. Transformam em fama a nobreza ou o favor que recebem do povo. Transformam em prazer a companhia dos filhos e da mulher. Ter amigos, o que é uma das maiores felicidades, não se consegue com dinheiro, mas com muita virtude. É um erro buscar a felicidade nos objetivos do poder ou do deleite. De um modo geral, esses são os bens materiais ao alcance do homem. A grandeza e as forças do corpo podem levar ao poder. A disposição cavalheiresca, a gentileza e o trato ameno podem levar à fama. A boa saúde pode proporcionar o deleite. O que é certo é que todo mundo busca nessas coisas é a felicidade, pois a felicidade parece ser a posse das coisas desejadas. De forma que quem tem todos os desejos cumpridos, pensa haver alcançado a felicidade. A riqueza, a honra, a fama e o deleite são, assim, as coisas perseguidas pelos que aspiram à felicidade. Epicuro determinou que o prazer era a maior das felicidades, até porque quando os homens buscam qualquer tipo de bem, o que têm em mira é alcançar um contentamento, isto é, ter um prazer. Penso no cuidado de todos os homens, empenhados na busca da felicidade, tão certos de que ela existe, como estão certos da casa em que moram. O que se dá é que, às vezes, estão bêbados e não acertam o caminho de casa. Nunca deixa de buscar a felicidade quem procura ter tudo o que está a seu alcance. Pois não há nada tão próprio da verdadeira felicidade do que não ter carência de coisa alguma, e gozar da abundância de todas elas. Também não estão enganados os que consideram que a felicidade é um motivo de honra. Pois não pode ser uma coisa vil nem desprezível aquilo que todos tentam e desejam obter. O poder, acaso, não uma boa coisa? É claro que sim. Se não fosse assim, a debilidade e a impotência seriam uma boa coisa e, evidentemente, não são. E a fama, será legitimo desprezá-la? É óbvio que não, até porque tudo que é excelente, se torna automaticamente famoso. Parece desnecessário provar que a felicidade não é triste nem penosa, nem provoca mágoa. Pois tudo aquilo que temos empenho em procurar e encontrar, por mais insignificante que seja, há de ser sempre uma coisa que nos agrada. Todos os homens, portanto, desejam a suprema felicidade. E é por isso que procuram riquezas e dignidades, poder e glória e prazeres, pois acreditam que essas coisas lhes trazem honra, prestígio, fama e alegria. De modo que, de uma forma ou de outra, todos os homens desejam o bem. E, assim, parece evidente que o desejo natural é uma força poderosa no homem, tão poderosa que, embora manifestando-se sob formas diversas e até contrárias, concorrem todas elas a um mesmo fim, que é a busca do bem maior - a felicidade.

Boécio (480-525). Nascido em Roma, onde foi também homem de Estado, o filósofo Boécio
exerceu as funções de conselheiro do rei ostrogodo Teodorico, que depois o mandou encarcerar e decapitar. Não há certeza de que tenha sido cristão, embora a Igreja o considere, não oficialmente, como um de seus mártires. Traduziu do grego o "Isagogo" de Porfírio, e exerceu grande influência no pensamento medieval, inclusive entre os poetas e, notadamente, na "Divina Comédia", de Dante. Sua filosofia retoma os princípios de Platão e dos estóicos e fixa a paz e a virtude como únicos caminhos da felicidade. Sua obra maior. "De Consolatione Philosophiae", foi escrita no cárcere e dela é o fragmento que hoje publicamos.

12.15.2005

Até papai Noel tem cozinha...rss


Hj não tô mto afim de escrever...

12.14.2005

Casa do Papai Noel - Gramado (RS)


Aqui está mais uma fotinho da casa do papai noel, em Gramado (RS), nesta época do natal a gente pensa no que fez o ano todo e repsnsa se fará da mesma forma... ou se será td diferente. O problema é que nunca temos plena certeza d q td sairá conforme planejamos, mtas situações não dependem apenas de nossa força de vontade.
Eu particularmente gostaria muito de ser mais tolerante com as pessoas. Não tenho muita paciência, ou talvez não seja falta de paciência, mas falta de conhecimento das pessoas em si. Todas são mto complexas por natureza... claro q tem aquelas q são acessíveis.. mas confesso q convivo com uma proporção muito maior de pessoas "difíceis"..
Claro, q eu não sou uma pessoa tããããoooo fácil... sou teimosa, perfeccionista.. (etc..)
Cada ser é uma caixinha de surpresas, com vários compartimentos, e só podemos descobrir na medida em q esses compartimentos são mostrados, ou até mesmo descobertos. Muitos descobrem aos poucos cada compartimento.
Eu mesma, ainda descubro ocmpartimentos q até então eram inexistentes... alguns me fscinam.. outros nem tanto, mas o importante é gostar de ser quem se é. Principalmente.

Bjsssssss

12.13.2005

COMO SER LEGAL

COMO SER LEGAL (Martha Medeiros)


"Como Ser Legal" é o nome do livro que o escritor inglês Nick Hornby lançou este ano. Conta a história de um cara que era um chato e que, quando percebe que seu casamento está indo para as cucuias, resolve se transformar num benfeitor, num boa praça: e se torna mais chato ainda. Todo mundo quer ser legal, e todo mundo se ferra na empreitada. É difícil ser legal o tempo inteiro. A gente consegue ser legal a maior parte do tempo, mas aí faz uma besteira e pronto: tudo o que você fez de bom é imediatamente esquecido e você se torna apenas aquele que fez a grande besteira. Aí você precisa de mais uns dois meses sendo exclusivamente legal para todo mundo esquecer da besteira. E quando eles esquecem, você faz outra, claro. Mas você é legal. Você é simpático com os amigos, dá sempre uma força quando eles precisam. Você puxa papo com o garçom, abre a porta do elevador para sua vizinha entrar, você acaricia a cabeça das criancinhas, você é fiel à sua namorada, você até empresta seus discos. Você é 24 horas por dia legal, até o momento em que sua mãe pede para você almoçar na casa dela, você vai e diz que o suflê está intragável. Está mesmo. Mas ela diz que você fala isso só para implicar, aí você pede desculpas, aí ela diz que você nunca aparece e quando aparece é para reclamar, aí você diz para ela parar de fazer chantagem emocional e aí ela corre para o quarto chorando e você, que achava que sua mãe já estava na menopausa, descobre que ela ainda sofre de TPM. Tem hora que é imprescindível chutar o balde. Tem hora que é fundamental deixar a verdade nua e crua vir à tona. Tem hora que você precisa dizer para sua namorada: eu te adoro, mas quero ficar sozinho hoje à noite, qual é o problema? O problema é que ela passa a te odiar. E você passa a achar que não tem vocação pra ser legal o tempo inteiro. E é verdade. Ninguém tem. É cansativo. Desgastante. Já somos legais à beça por tentar. Tem gente que nem isso.

12.12.2005

York, Liiinndddooo!!!!


Bom, hj é segunda-feira e meu humor não poderia estar dos melhores... eu realmente ODEIO segunda-feira..
Ontem assisti a um filme maravilhoso, Tempo de Recomeçar... bom mesmo. Assisti em casa mesmo com meu namo e meu dog (foto acima) maravilhoso. Amo esse cachorro, às vezes tô aqui trabalhando e pensando nessa figurinha hilária.. rs!
Espero que a semana seja maravilhosa..






12.11.2005

Ótimo domingo!!!

12.10.2005

Mamãe Noel

Mamãe Noel

(Martha Medeiros)

"Sabe por que Papai Noel não existe? Porque é homem.
Dá para acreditar que um homem vai se preocupar em escolher o presente de cada pessoa da família, ele que nem compra as próprias meias? Que vai carregar nas costas um saco pesadíssimo, ele que reclama até para colocar o lixo no corredor? Que toparia usar vermelho dos pés à cabeça, ele que só abandonou o marrom depois que conheceu o azul-marinho? Que andaria num trenó puxado por renas, sem ar-condicionado, direção hidráulica e air-bag? Que pagaria o mico de descer por uma chaminé para receber em troca o sorriso das criancinhas? Ele não faria isso nem pelo sorriso da Luana Piovani!
Mamãe Noel, sim, existe.
Quem é a melhor amiga do Molocoton, quem sabe a diferença entre a Mulan e a Esmeralda, quem conhece o nome de todas as Chiquititas, quem merecia ser sócia-majoritária da Superfestas? Não é o bom velhinho.
Quem coloca guirlandas nas portas, velas perfumadas nos castiçais, arranjos e flores vermelhas pela casa? Quem monta a árvore de Natal, harmonizando bolas, anjos, fitas e luzinhas, e deixando tudo combinando com o sofá e os tapetes? E quem desmonta essa parafernália toda no dia 6 de janeiro?
Papai Noel ainda está de ressaca no Dia de Reis.
Quem enche a geladeira de cerveja, coca-cola e champanhe? Quem providencia o peru, o arroz à grega, o sarrabulho, as castanhas, o musse de atum, as lentilhas, os guardanapinhos decorados, os cálices lavadinhos, a toalha bem passada e ainda lembra de deixar algum disco meloso à mão?Quem lembra de dar uma lembrancinha para o zelador, o porteiro, o carteiro, o entregador de jornal, o cabeleireiro, a diarista? Quem compra o presente do amigo-secreto do escritório do Papai Noel?
Deveria ser o próprio, tão magnânimo, mas ele não tem tempo para essas coisas. Anda muito requisitado como garoto-propaganda.
Enquanto Papai Noel distribui beijos e pirulitos, bem acomodado em seu trono no shopping, quem entra em todas as lojas, pesquisa todos os preços, carrega sacolas, confere listas, lembra da sogra, do sogro, dos cunhados, dos irmãos, entra no cheque especial, deixa o carro no sol e chega em casa sofrendo porque comprou os mesmos presentes do ano passado?
Por trás do protagonista desse megaevento chamado Natal existe alguém em quem todos deveriam acreditar mais.
(Dezembro de 1998).

Texto extraído do livro "Trem-bala", L&PM Editores - Porto Alegre, 2002, pág. 177.

Marina Colasanti

Eu sei, mas não devia

(Marina Colasanti)

" Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.
E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduíches porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos.
E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.
E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita.
E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer fila para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios.
A ligar a televisão e assistir a comerciais.
A ir ao cinema, a engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável.
À contaminação da água do mar. À luta.
À lenta morte dos rios.
E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma. "


Marina Colasanti nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.
O texto acima é mais uma colaboração de Francisco Panizo Beceiro, extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09

Nelson Rodrigues

"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro,que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre,com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."

Nelson Rodrigues

...



Isso diz como estou me sentindo hj...

Reiniciando um vida virtual!!



Pois bem, tive que reiniciar minha vida virtual... não sei pq cargas d'água meu outro blog desconfigurou as letras e ficou feinho... feinho... mas aqui estou de volta para dar continuidade a minha vida virtual...aos poukinhos chego lá!!!

Bjinhos!!!