Eu = criança. Carpinejar = mágico.

Pois bem, aqui estou para tentar expressar a emoção que senti sábado, recente. Sabe quando se é criança (eu ainda tenho um lado muito, infantil, ativo) e deseja um brinquedo mais que tudo? Sabe quando você vê a propaganda do seu brinquedo na TV e sonha com o objeto de desejo? Agora, imagine-se passando em frente à loja e sonhando com "aquela maravilha" em suas mãos, em seu quarto. Junto aos seus tantos outros brinquedos. Imaginou?
Imaginada tal cena, agora passe para a parte em que você ganha (hoje em dia, com minha idade, normalmente, sou eu quem compro meus "brinquedos") a proeza almejada. Chegando em casa, vai para seu quarto e aprecia o objeto até adormecer, enfim realizada e feliz. O sorriso fica em seus lábios e lá permanece. Nada a atinge, você enfim tem seu brinquedo! Nada mais importa. Nada a atinge, você está invencível com sua "arma infantil" recém adquirida. Os céus estão a seus pés. E você aos pés do objeto à que dorme abraçado.
Espero que com toda a enrrolação acima, tenha conseguido traduzir minha felicidade ao receber (de presente de meu querido namorado, ufa, não precisei comprar "meu brinquedo") o livro O Amor Esquece de Começar autografado e dedicado, especialmente a mim, do mágico escritor Fabrício Carpinejar. Confesso. Ainda, estou como a criança acima. Adormecida, com o brinquedo nas mãos. A cada hora, tenho que ir lá e abrir a segunda página pra ver se é verdade mesmo. Serei uma eterna criança nestas situações. E, não estou preocupada. Meu livro está ali. Intocável por outras pessoas, e com meu nome escrito, corretamente. Devo aqui registrar que ninguém, que não me conheça ou que tenha lido algumas vezes meu nome, escreva-o corretamente. Quase impossível, não fosse a importância que algumas pessoas dão a você. E isso é expresso, quando enfim (particularmente) seu nome é escrito como em sua certidão de nascimento. Valeu, Carpinejar.

